Amaro Pereira

Author: Comandante

  • SINRENOVA VIII | Veja como foi

    SINRENOVA VIII | Veja como foi

    Ocorreu no dia 01 de julho de 2026 o 8° Seminário Inserção de Novas Fontes Renováveis e Redes Inteligentes no Planejamento Energético Nacional (SINRENOVA VIII) na Coppe/UFRJ, organizado pelo Programa de Planejamento Energético (PPE).

    Os eixos temáticos desta edição foram:

    • Recursos Energéticos Distribuídos;
    • Fontes Renováveis e Geração Flexível;
    • Plantas Virtuais de Energia;

    Transmissão

    O seminário foi transmitido pelo youtube e pode ser visto abaixo ou em no canal do YouTube;


    Apresentações

    As apresentações estão disponíveis abaixo:

    Moderadoração: Annelys Schetinger Pesquisadora do LAFAE

    Tatiana Lauria
    Gerente de Infraestrutura da FIRJAN

    Robson Dias
    Professor PEE/COPPE/UFRJ


    Moderadoração: Rafael Cancella – Professor da Poli/UFRJ

    Paulo Barbosa
    Professor da UNICAMP

    Felipe Gonçalves
    Superintendente da FGV-Energia


    Moderadoração:
    Fábio Teixeira – Professor do PPE/COPPE/UFRJ

    Marlon Bellido
    Professor da UNICAMP

    Mamour Sop Ndiaye
    CEFET

  • VIII SINRENOVA 2026

    VIII SINRENOVA 2026

    Estão abertas as inscrições para o VIII SINRENOVA 2026!

    O Programa de Planejamento Energético (PPE/COPPE/UFRJ) convida estudantes, pesquisadores, profissionais e especialistas do setor para participar do 8º Seminário Inserção de Novas Fontes Renováveis e Redes Inteligentes no Planejamento Energético Nacional.

    O evento reunirá alguns dos principais nomes da área para debater temas fundamentais para o futuro do sistema elétrico brasileiro, incluindo:

    🔹 Recursos Energéticos Distribuídos
    🔹 Fontes Renováveis e Geração Flexível
    🔹 Plantas Virtuais de Energia
    🔹 Redes Inteligentes
    🔹 Planejamento Energético e Sustentabilidade

    📅 Data: 01 de julho de 2026
    🕣 Horário: 08h30 às 16h15
    📍 Local: Sala G-122 – COPPE/UFRJ
    Cidade Universitária – Ilha do Fundão – Rio de Janeiro/RJ

    🎟️ Inscrição gratuita

    📚 O seminário contará ainda com o lançamento do livro:

    Microrredes: Alternativas para um fornecimento de energia elétrica mais sustentável de Marlon Bellido, David Castelo Branco e Amaro Olímpio Pereira Júnior, seguido de sessão de autógrafos.

    Em um cenário de rápida expansão das fontes renováveis, da geração distribuída, do armazenamento de energia e das redes inteligentes, torna-se cada vez mais importante discutir modelos, tecnologias e políticas públicas capazes de apoiar uma transição energética segura, eficiente e sustentável.

    Participe desta importante discussão sobre o futuro do planejamento energético nacional.

    📧 Informações: seminario.renovaveis@ppe.ufrj.br

  • Alunas da Faetec participam de imersão científica na COPPE/UFRJ

    Alunas da Faetec participam de imersão científica na COPPE/UFRJ

    Um grupo de 39 alunas da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá (ETEVM), da Faetec, participou, na última quarta-feira (01/4), de uma imersão científica promovida pela COPPE/UFRJ, reforçando o protagonismo feminino nas áreas de ciência e tecnologia.

    A atividade integra o projeto de extensão Ciência em Rede, iniciativa da COPPE que busca aproximar estudantes da educação básica do universo da inovação, da pesquisa acadêmica e das novas tecnologias. A ação também faz parte do programa Educação que Transforma Faetec – Faperj, desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

    Alunas da Faetec reunidas ouvem orientação do Professor Amaro

    As estudantes, integrantes do projeto “Faetec 4.0: Mais meninas na tecnologia”, participaram de uma programação voltada à área de energias renováveis, com destaque para a palestra ministrada pelo professor Amaro Pereira, do Programa de Planejamento Energético da COPPE. O encontro abordou o tema Matriz Energética e a Inserção de Energias Renováveis, trazendo reflexões sobre sustentabilidade e inovação no setor energético.

    Para o presidente da Faetec, Alexandre Valle, a iniciativa representa um avanço importante na formação das estudantes. “Investir em educação técnica de qualidade, com foco na inovação e na inclusão, é garantir oportunidades reais para os nossos jovens. Ver essas alunas vivenciando o ambiente acadêmico e científico é motivo de grande orgulho para a Faetec”, destacou.

    A programação contou ainda com palestras temáticas conduzidas por pesquisadores contemplados nos editais Cientista do Nosso Estado e Jovem Cientista do Nosso Estado, da FAPERJ, ampliando o contato das alunas com pesquisas de ponta desenvolvidas no estado do Rio de Janeiro. Entre os destaques esteve a apresentação sobre Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), que abordou tecnologias aplicadas em projetos brasileiros, com explicações acessíveis mesmo diante da complexidade do tema.

    Alunas da FAETEC no interior de um ônbus.

    Outro ponto relevante foi a discussão sobre energias renováveis, incluindo hidrogênio verde e bioenergia, com estudos de caso voltados à sustentabilidade. As estudantes também participaram de uma oficina prática no Lab Escola 3D, com simulações gamificadas que proporcionam alto nível de engajamento e interação no aprendizado científico.

    A iniciativa reforça o compromisso da Faetec e de suas instituições parceiras com a promoção da equidade de gênero nas áreas tecnológicas, incentivando meninas a ocuparem espaços estratégicos na ciência e na inovação.

    Fonte: https://www.faetec.rj.gov.br/alunas-da-faetec-participam-de-imersao-cientifica-na-coppe-ufrj/

  • Leilão de Eólica offshore: Brasil se prepara para decisão histórica com apoio da Coppe

    Leilão de Eólica offshore: Brasil se prepara para decisão histórica com apoio da Coppe

    O Brasil avança em uma decisão estratégica que pode marcar o futuro de uma das fontes renováveis mais promissoras: a realização do primeiro leilão de áreas para parques eólicos em alto mar. Esse processo vem sendo concluído em etapas — e, nesta quarta-feira, 1º de abril, uma das mais importantes foi concluída.

    Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a resolução que estabelece as diretrizes para a regulamentação da Lei nº 15.097/2025, de Eólicas Offshore. A medida define as bases para a organização do setor e representa um passo essencial para viabilizar os futuros leilões.

    Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, as novas diretrizes impulsionam o desenvolvimento da fonte. “Essa energia é uma aliada estratégica da transição energética, e o potencial brasileiro comprova essa relevância. Trata-se de mais um avanço no aproveitamento do potencial energético nacional, com estímulo à tecnologia, à inovação e ao fortalecimento da articulação institucional”, afirmou.

    As diretrizes estabelecem critérios para a seleção das áreas, condições de participação das empresas e parâmetros para a exploração dos projetos, abrindo caminho para a elaboração dos editais e o lançamento dos leilões.

    A Coppe/UFRJ tem participado desse processo desde suas etapas preparatórias, contribuindo com estudos técnicos que apoiam a formulação dessas diretrizes. Em março, os professores Milad Shadman e Amaro Pereira (dos Programas de Engenharia Oceânica e de Planejamento Energético, respectivamente) estiveram em Brasília para apresentar o estudo “Apoio ao processo de seleção e concessão de área para eólica offshore no Brasil”, durante o Workshop Brasil–Reino Unido de Eólica Offshore.

    Coordenado por Milad, o trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da Coppe — nos programas de Engenharia Oceânica e Planejamento Energético — em parceria com a ORE Catapult, com financiamento do governo britânico.

    Com base na experiência do Reino Unido — referência global no setor —, o estudo analisa como adaptar modelos internacionais à realidade brasileira, oferecendo subsídios técnicos para o planejamento e a tomada de decisão governamental que agora se refletem nas diretrizes aprovadas.

    Entre os principais resultados, destaca-se a estimativa de um potencial técnico de aproximadamente 98 GW, equivalente a cerca de sete usinas de Itaipu Binacional operando a plena capacidade e a quase metade da capacidade instalada atual do Brasil. Essa estimativa considera áreas delimitadas entre regiões com até 50 metros de profundidade (linha batimétrica) e distâncias de até 30 quilômetros da costa.

    O estudo também aborda aspectos técnicos essenciais, como os efeitos de esteira entre turbinas e entre os parques (wake effects, fenômeno onde turbinas eólicas que estão na frente afetam o fluxo de vento que chega às turbinas de trás), fundamentais para otimizar a disposição dos parques e maximizar sua eficiência, além de questões regulatórias e modelos de comercialização de energia.

    Segundo os pesquisadores, essas análises oferecem uma base sólida para orientar decisões sobre zoneamento marítimo, planejamento portuário e políticas públicas que garantam o desenvolvimento seguro, eficiente e competitivo do setor.

    Para o professor Milad Shadman, o país vive um momento decisivo: “A eólica offshore tem potencial para se tornar uma indústria estratégica, com geração de empregos e impactos socioeconômicos relevantes, impulsionando setores como logística, infraestrutura portuária e indústria naval. Nesse contexto, será um vetor importante no processo de neoindustrialização do Brasil.”

    O processo de concessão segue sendo coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, por meio de um grupo interministerial com a participação de 17 pastas.

    Apesar dos desafios logísticos — como a necessidade de adaptação de portos e estaleiros —, os pesquisadores destacam que o Brasil já possui uma base industrial relevante, que pode servir de base para o desenvolvimento da cadeia produtiva.

    Eles também ressaltam a importância de um planejamento cuidadoso, que considere o uso compartilhado do mar e evite conflitos com atividades como pesca, navegação, turismo e exploração de óleo e gás.

    “A participação da Coppe desde o início é fundamental para garantir que diferentes visões — da academia, da indústria e do setor público — contribuam para a construção de um modelo robusto e equilibrado”, conclui Milad Shadman.

    Fonte: Site da COPPE

  • XV CBPE em Novembro de 2026

    XV CBPE em Novembro de 2026

    O 15º Congresso Brasileiro de Planejamento Energético (CBPE) será entre os dias 3 e 5 de Novembro de 2026.

    O tema dessa edição foi definido como: O planejamento energético em defesa do clima e da cultura: pesquisas, inovações e integração com a sociedade.

    Local

    O evento acontece em João Pessoa, Paraíba no Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

    Chamada de Trabalhos

    A chamada de trabalhos está em curso e mais detalhes podem ser acompanhados diretamente na página do evento.

    Evento paralelo (Cordel + Energia)

    O Cordel + Energia faz parte da programação do XV Congresso Brasileiro de Planejamento Energético (CBPE), a proposta é aproximar professores e estudantes das escolas públicas da região, valorizando a cultura local e conectando-a ao tema da energia.

  • Mesa Redonda na ABM sobre o uso de Bio Combustíveis

    Mesa Redonda na ABM sobre o uso de Bio Combustíveis

    O uso dos biocombustíveis na descarbonização da siderurgia brasileira

    Data: 05/09/2024

    Horário: 14:00 – 15:40

    Local: Auditorium Vale-Descarbonização (Tradução Simultânea)

    Comissão Técnica: Energia e Utilidades

    Coordenadores: Eder Quental de Araújo; Gerente Técnico de Energia da Gerdau – Carlos Sadao Shiratsu; Consultor

    Moderador: Amaro Olimpio Pereira Junior; Professor associado da COPPE/UFRJ

    Objetivo:

    As siderúrgicas irão compartilhar e discutir suas respectivas estratégicas, oportunidades, cases já implementados e dificuldades regulatórias relacionados à utilização dos biocombustíveis (biomassa, Biometano/biogás e óleo vegetal) para redução das emissões da siderurgia brasileiras.

    Palestrantes:

    • A experiência da Usiminas no uso de Biomassas – Roberto Luís Prosdocimi Maia; Diretor Corporativo de Sustentabilidade da Usiminas
    • Oportunidades e desafios para os biocombustíveis na indústria do aço – Marcos Prudente; Gerente de Energia e Gás Natural da Gerdau
    • Utilização de biometano na Ternium Brasil – André Frias; Especialista de Planejamento de Energia&Utilidades da Ternium
    • Ampliação do papel das Florestas Plantadas nas Estratégias de Descarbonização da Indústria Siderúrgica – Diego Correa Ramos; Gerente de P&D da Vallourec.

    Reprodução de conteúdo original disponível em:
    https://www.abmbrasil.com.br/evento/abm-week-8-edicao/mesa-redonda-o-uso-dos-biocombustiveis-na-descarbonizacao-da-siderurgia-brasileira

  • Impactos Ambientais de Atividades Off Shore no Brasil” com Fernando Augusto Galheigo, Analista Ambiental do IBAMA

    Impactos Ambientais de Atividades Off Shore no Brasil” com Fernando Augusto Galheigo, Analista Ambiental do IBAMA

    Na próxima terça-feira dia 10 de outubro, às 13:30h, teremos uma palestra no âmbito da disciplina com uma analista ambiental do IBAMA que fará exposição sobre os problemas ambientais de atividades Offshore no Brasil;
    Local: Sala C213 presencialmente, ou no link da plataforma Zoom AQUI.

    ID da reunião: 811 7359 0383
    Senha: 228080

    Impactos Ambientais de Atividades Off Shore no Brasil – Fernando Augusto Galheigo  – Analista Ambiental do IBAMA

    Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, atuando desde 2009 no licenciamento ambiental federal de empreendimentos de exploração e produção de Petróleo e Gás no mar territorial brasileiro. Ponto focal junto a Coordenação de Licenciamento de Atividades de Produção e Escoamento de Petróleo e Gás (COPROD) dos temas relacionados à prevenção e controle de Espécies Exóticas Invasoras (EEI). Graduado em Oceanologia pela Universidade Federal do Rio Grande (2002), com especialização em Gestão e Negócio da Indústria de Petróleo e Gás do IBP (2012). Atualmente é um dos Coordenadores do Capítulo 6 – Opções para a Gestão e Manejo de Espécies Exóticas Invasoras do Diagnóstico Brasileiro sobre Espécies Exóticas Invasoras, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES).

  • Estudo confirma a importância de representar o consumo de energia das famílias por classe de renda

    Estudo confirma a importância de representar o consumo de energia das famílias por classe de renda

    Nos países em desenvolvimento, estudos com foco na análise de demandas de energia e aprimoramento de seus métodos de previsão são relevantes em razão das suas restrições financeiras para expansão do sistema de fornecimento de energia. Baseado nessa temática, o texto “Decomposição estrutural e desigualdade do consumo de energia no Brasil por classe de renda”, publicado nesta sexta-feira (21/7), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) analisa o impacto de uma melhora na distribuição de renda /no consumo de energia do Brasil, a partir de técnicas de decomposição estrutural. Para isso, foi construída uma matrizes insumo-produto (MIP) híbrida, que combina informações das contas nacionais com a matriz energética nacional.

    A Agenda 2030 traz um plano de ação com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas. A energia está contemplada no ODS 7, que indica ser preciso assegurar o acesso à energia confiável, sustentável, moderna e a preços módicos. Desse modo, de acordo com o texto, é necessário construir uma trajetória de desenvolvimento sustentável que englobe crescimento econômico, aumento da renda per capita, erradicação da pobreza, melhoria na distribuição de renda e ganhos de qualidade de vida. Estes fatores estão diretamente ligados a padrões de consumo, estilo de vida e demanda de energia e são consistentes com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, na qual os países participantes se comprometeram a tomar as medidas necessárias.

    Segundo a pesquisa, a maioria dos métodos de projeção de demanda de energia foram elaborados por e para países desenvolvidos e, por isso, não são consideradas questões-chave para análise de países em desenvolvimento, como eletrificação, economia informal, baixo desempenho do setor energético, biocombustíveis tradicionais, mudanças estruturais e divisões entre ricos e pobres, urbanos e rurais. A maioria desses modelos assumem que as demandas de energia dos países em desenvolvimento simplesmente seguirão as dos países industrializados com algum atraso. No entanto, não consideram que, pela possibilidade de saltos e processos de aprendizagem, a trajetória de um país em desenvolvimento pode ser mais rápida ou simplesmente diferente, devido a diferenças estruturais e culturais.

    Os resultados do estudo mostram que a melhoria na distribuição de renda refletiu no aumento do consumo de energia, que foi atenuado pelo processo de desindustrialização do país. Por outro lado, não houve ganhos de eficiência energética nos processos produtivos. Tais resultados são importantes para a construção de cenários de demanda de energia e de emissões de gases de efeito estufa para atingir as metas brasileiras compatíveis com o desenvolvimento sustentável.

    O texto também evidencia a necessidade de medidas e programas de eficiência energética para melhoria dos processos produtivos e consequente redução do consumo de energia, quando se verifica o impacto positivo do efeito intensidade. Contudo, o impacto negativo do efeito estrutura poderia ser uma boa notícia, mas é pode ser reflexo do processo de desindustrialização do Brasil nos últimos anos.

    Os autores do estudo Amaro Olímpio Pereira Junior, Rodrigo Gomes Távora Maia, Mario Jorge Mendonça e Paulo Roberto Santos Casaca argumentam sobre a importância de representar o consumo de energia das famílias por classe de renda, pois o comportamento do consumo de cada classe varia bastante e pode implicar erros no planejamento energético. Nesse sentido, é necessário proporcionar o fornecimento de energia a todas as famílias, independente de classe de renda, pois a energia permite o acesso a várias facilidades que contribuem para a melhoria do bem-estar da população.

    Acesse o estudo na íntegra:
    https://www.ipea.gov.br/portal/publicacao-item?id=c9ff1e89-942e-4711-ae11-11bac63f9c39

    Reprodução de conteúdo original em:
    https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-noticias/noticias/13871-estudo-confirma-a-importancia-de-representar-o-consumo-de-energia-das-familias-por-classe-de-renda